Do outro lado do mundo, em Tokyo, em um dos melhores hospitais trabalha Atari Ryuuji [UHU! Outra história com médico ¬¬. Ah, vai eu sei que vocês gostam XD]. Porém, ao contrário da otaku americana ele é sério o tempo todo, frio com tudo e com todos, no geral, e raramente sorri e quando o faz é por pura conveniência do momento. É um cirurgião renomado apesar da idade e obviamente atrai muitos olhares femininos, o que não acha nem um pouco vantajoso e mesmo não dando esse tipo de atenção elas continuam caindo de amores por ele.
-Atari-sensei. Estou me sentindo tão mau. – a moça fazia uma voz manhosa.
-Desculpe-me, mas a senhorita está na ala errada. Não há nada a ser tratado aqui. – sua expressão não mudava, mas para a “paciente” devia parecer que ele a estava seduzindo.
-Mas estou tão quente. [¬¬ sedução barata]
-Para ser sincero, no presente momento, não me importo como está se sentindo. Então, faça-me o favor de se retirar e parar de tomar meu tempo. – o médico se retirou, pensando que aquela seria última vez que atenderia pacientes sem indicação médica [arrogante, não é?].
-Não devia ser tão cruel. Afinal você, apesar de tudo, é um médico, Ryuu. – seu amigo o cumprimenta dando-lhe um tapa nas costas.
-AHH! E você não consegue mudar esse seu jeito vulgar, não?
-Não tem porque eu ser delicado com um homem.
Yoshizume Kai estudou junto com Ryuuji. É um cirurgião da pediatria e por gostar tanto de crianças ele tem o sonho de ser pai (casado ou não) [ou seja, a mãe não faz muita diferença pra ele]. Esse assunto é de pouca importância para o outro, Ryuuji não entendia a adoração do amigo por aqueles seres [ser que ele já foi um dia], sem falar que esse tópico não estava nos seus planos mesmo estando noivo [O.O]. Como em qualquer hospital [na minha mente desenfreada XP] é normal um casamento entre o médico mais promissor e a filha do diretor do hospital.
-Como vai o casal mais feliz do hospital? [tom irônico não evidente XD] A festa é semana que vem, não é?
-É, mas é só mera formalidade. Mulheres adoram mostrar o anel do dedo.
-Você nem parece que está noivo. Com essa atitude ela vai acabar te deixando na lua de mel, se não no altar.
-O problema é dela. Nunca disse que seria um príncipe encantado.
-Hai, hai. Já entendi, mas, sabe, não precisa ir tão longe. Você tem uma grande reputação.
-Do jeito que o pai a mima, se ela quisesse o pai poderia acabar com todo mérito que possuo.
-É isso não seria tão difícil de ocorrer. Sendo Ayane do jeito que ela é. [UHU! Casamento por interesse, coisas do passado; SEI XD]
-Tanto faz. Isso não vai fazer a mínima diferença.
-Será? Dizem que o casamento muda tudo. –dava uma risada debochada.
-E é por isso que você não quer esse tipo de compromisso. [toma! XD]
-Tá bom, já entendi. Vou voltar para minhas fofuras.
-Doente.
Ayane é uma mulher muito bonita, educada nos mais latos níveis da sociedade japonesa, mas por trás de todo esse brilho havia uma garota mimada e infantil. Quando Ryuuji sai de uma cirurgia ele é convocado pelo diretor do hospital.
-Ryuuji-kun, gostaria de falar com você.
-Claro senhor.
-Sente-se, por favor.
-Obrigado.
-Eu gostaria de conversar sobre a festa que deveria acontecer na próxima semana.
“Deveria?” pensou Ryuu.
-Minha filha decidiu viajar para a Europa para fazer um curso de moda e não poderá estar presente. [Não, ela vai se dividir em dois e fazer ambas as coisas, lógico ¬¬]
-Entendo. – era um alívio ficar livre dela e dessa coisa ridícula de noivado.
-Sinto muito ter que adiar a festa. Eu disse a ela para vir e se desculpar, mas está tão empolgada que nem me deu ouvidos. –era óbvio que ele não tinha nenhum controle sobre ela. [Competência para abrir alguém e mantê-lo vivo, mas não para controlar a própria filha? O.o]
-De forma alguma, ela é tem que aproveitar as oportunidades. [Não, que falte para pessoas como ela ¬¬]
-É ótimo ver que ela tem um noivo tão compreensível. – o sorriso do moreno nunca foi feito com tanta má vontade. –Não se preocupe ela faz questão da festa quando voltar. – todo o alívio que sentia se foi completamente.
-Por quanto tempo ela ficará fora? – queria pelo menos saber quanto tempo de sossego teria.
-Acredito que uns dois meses,
-Muito bem vou voltar ao trabalho, ainda tenho mais três cirurgias marcadas. . Diga a ela que desejo uma boa viagem.
-Pode se retirar e obrigado pela compreensão. – Ryuu o cumprimentou e saiu da sala.
“Dois meses? Não é muito, mas vou me contentar.” Foi o que pensou enquanto andava pelo corredor.
Nesse momento Sayaka já se encontrava no avião a caminho do Japão e Meru também.
FIM
Comentários? XD
A história não acabou? Quero continuação!
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